Publicidade

terça-feira, março 08, 2016

A calmaria constante

Essa calmaria constante, o amor acompanhou, e me fez admirar, esses meus pensamentos intrusos. Surgem com frequência, pode não fazer sentido no momento, mas minutos depois, já estou me envolvendo.

Será que fala de mim?
Parece mais forte que eu
Culpa da calmaria
Que fez do amor sua companhia

Tanta calma me faz escrever
Me faz apagar, se errar
Parece confuso o que escrevo
Público e edito

Amor é esse que surge
Nas folhas parece rabisco
Nas linhas tem calmaria
Nas letras sentimento

_Lyu Somah

4 comentários:

  1. Boa Tarde nobre poeta é um belíssimo poema o amor é esse que surge em folhas de rabisco, é isto gostei demais grato pela visita seja bem vindo parabéns abcos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pela visita ao meu blog, Poeta do Sertão =D
      Que bom que tenha gostado do meu poema, eu fico muito feliz. isso motiva a continuar escrevendo!

      Poeta, um grande abraço, meu amigo!

      Excluir
  2. Encontrei seu blog e é uma honra estar a ver e ler o que escreveu, quero felicitar-vos, pois é um bom blog, sei que irá sempre fazer o melhor, dando-nos boas noticias, e bons temas.
    Quero aproveitar a oportunidade para partilhar o meu blog : Peregrino E Servo.
    Vou ficar muito feliz se tiver a gentileza de fazer uma visita ao meu blog.
    PS. Se seguir, fique a saber que irei seguir também seu blog, se o conseguir encontrar.
    António Batalha.
    http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. António, obrigado, de coração, pela visita ao meu blog. Fico feliz que tenha gostado dos meus posts, amigo. =D

      Já estou seguindo os seus dois blogs!
      São ótimos!

      Um super abraço, António!

      Excluir