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sexta-feira, outubro 24, 2014

Meu imaginário, meu utópico, sonho meu


Memorias tortuosas, me consomem, me aprisionam,
o som do ponteiro do relógio me chama, me distrai.
Conto cada tic tac em busca de um minuto que me anestesie a alma,
um minuto que me liberte dessas memórias tortuosas.

O mundo está adormecido em mentiras e ganâncias,
abrir os olhos já não é tão simples assim. Não nasça!
Enxergar passou a ser doloroso para algumas pessoas,
sentir já não é natural, é artificial.

Aproveito-me do momento, da dor financiada derramada sobre nós,
aproveito-me para desabafar, odiar, e revelar o que criastes.
Mostro que da dor, da cicatriz, podemos nos fortalecer,
momentos ruins são para isso, para nos deixar fortes.

Me pego olhando para o nada, mas imaginando tudo,
o som do ponteiro me paralisa, me transporta, vou além.
Vejo o florir do amor, mas do amor ao próximo, seu semelhante,
como o desabrochar da flor, o nascer da vida, amor de mãe

Meu imaginário, meu utópico, sonho meu,
permanecer não era opção, mas bem que poderia ser.
Imaginar, me saciar desse sentimento, desse momento,
minhas memórias, seja boas ou ruins, é uma aventura.

Lyusomah

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Muito obrigado Gabrielle!
      Aproveitando pra dizer, mais uma vez, que adorei seu blog! "(*----*)"
      Bjos amiga

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